Blocos de pó de coco, misto, fibra de coco e chips de casca do Brasil.
Pó de coco de baixa CE, lavado ou tamponado, feito de casca de coco seca que não passa por maceração. Blocos de 5 kg, fardos ou sacos, 22 paletes por contêiner de 40', todo lote medido. Embarcado em Pecém, o porto brasileiro mais próximo da Europa e da Costa Leste dos EUA, em uma rota que não passa pelo Canal de Suez.
Quatro produtos, uma casca.
Os quatro vêm da casca de coco seco maduro, processada mecanicamente, sem produtos químicos. Os formatos e grades abaixo são os que embarcamos; a cotação é por contêiner de 40' high-cube.
Produto principal- Grades
- Natural 0,8-1,5 · Lavado < 0,7 · Tamponado < 0,5 mS/cm
- Formatos
- Bloco de 5 kg 30×30×14 cm (≥ 65 L) · sacos de 100 L · fardos prensados
- Usos
- Grow bags e slabs, substratos para vasos, bandejas de mudas, berries, tomate, pimentão

- Grades
- Natural ou lavado; proporção de pó e fibra definida com o comprador
- Formatos
- Sacos de 100 L · fardos prensados
- Usos
- Substratos para vasos, contêineres, paisagismo, misturas próprias de fabricantes de substrato

- Grades
- Natural (industrial) ou lavada (substrato)
- Formatos
- Fardos de ~24 kg; fardos de exportação sob volume contratado
- Usos
- Geotêxteis e mantas de controle de erosão, colchões, compósitos, substratos estruturais
2027- Grades
- Lavados; corte de 10–20 mm da casca inteira
- Formatos
- Blocos prensados ou sacos; produto em roadmap
- Usos
- Orquídeas, mirtilo, camadas de drenagem, misturas de chips e pó para cultivos plurianuais
Fotografias dos produtos: material próprio no pátio de processamento no Ceará. Fotografias do formato em bloco prensado e do material hidratado ("expandido") acompanham cada cotação.
Especificação do bloco de pó de coco.
Limites de aceitação escritos no contrato e medidos em todo lote antes de sair da planta. O preço é cotado por pedido, FOB Pecém, conforme grade, volume e condição de pagamento.
< 0,5 mS/cm tamponadoLavado com água de poço artesiano. Tamponado: tratamento com cálcio e magnésio após a lavagem.
Por que a casca seca do interior dá menos sal na origem.
A maior parte da fibra de coco vem de casca macerada, imersa por semanas em lagoas costeiras salobras, o que carrega o pó com cloreto de sódio. O material é depois lavado, muitas vezes com água salobra, para remover parte do sal que o processo adicionou. Pesquisas com fibra de coco da Índia e do Sri Lanka encontraram coeficientes de variação da CE entre 39 % e 165 % entre lotes (Prasad, Acta Horticulturae 450, 1997).
Nossa casca é coletada seca em fazendas de sequeiro a 15–25 km do litoral, onde fica meses sob os coqueiros e é lixiviada por 1.000–1.400 mm de chuva anual. Nunca é submersa. Quando lavamos, usamos água de poço artesiano a 64–480 µS/cm. Chegar a uma CE baixa leva dois a três ciclos de água doce em vez dos cinco ou mais documentados para material com alto teor de sal (Raviv, Lieth & Bar-Tal, Soilless Culture, 2019, cap. 8).
| Parâmetro | Fibra costeira macerada (típica) | Carve, interior do Brasil |
|---|---|---|
| Maceração | Lagoa salobra, semanas a meses | Nenhuma |
| CE inicial, bruta | 3,0 – 11,25 dS/m (1:1,5)¹ | ~1,0 – 1,5 mS/cm (1:5)² |
| Sódio | 1 – 3 % | 0,38 % (EMBRAPA) |
| Água de lavagem | 2.000 – 5.000+ µS/cm | 64 – 480 µS/cm, poço artesiano |
| Ciclos de lavagem até CE baixa | 5 ou mais¹ | 2 – 3 |
| Rastreabilidade | Agregada entre pátios de maceração | Origem única, laudo do lote + QR |
Do Brasil ou da Índia: a rota até o seu porto.
As linhas verdes são as rotas da Carve a partir de Pecém. As linhas cinza são as rotas que a fibra de coco percorre hoje a partir da Índia e do Sri Lanka, em geral pelo Cabo da Boa Esperança; as linhas vermelhas tracejadas passam pelo Mar Vermelho e pelo Canal de Suez, com interrupções desde o fim de 2023. Passe o mouse ou toque em um destino para comparar.
| Destino | De Pecém, Brasil | Do sul da Índia / Sri Lanka | Exposição da rota |
|---|---|---|---|
| Nova York / Costa Leste dos EUA | Apenas 6 dias, direto semanal (APM Terminals) | Pelo Cabo ou com transbordo; sem número publicado | Somente Atlântico a partir do Brasil |
| Algeciras / Espanha | Apenas 6 dias, direto semanal (APM Terminals) | ≈ 30–38 dias pelo Cabo; ≈ 18–22 dias quando roteado por Suez | Mar Vermelho na rota por Suez |
| Roterdã / Norte da Europa | ≈ 2 semanas, serviço direto semanal | ≈ 35–45 dias pelo Cabo; ≈ 22–28 dias por Suez | Mar Vermelho na rota por Suez |
| Hamburgo / Antuérpia / Reino Unido | ≈ 2 – 2,5 semanas | ≈ 35–45 dias pelo Cabo | Mar Vermelho na rota por Suez |
| Turquia (Mersin / Istambul) | Via Algeciras; dias conforme cotação do armador | Por Suez quando aberto; pelo Cabo nos demais casos | Mar Vermelho |
| Canadá (Halifax / Montreal) | Atlântico; dias conforme cotação do armador | Pelo Cabo ou com transbordo | Somente Atlântico a partir do Brasil |
| EAU / Golfo | Sob cotação | ≈ 5–9 dias, direto | A Índia é a origem mais próxima |
| Japão / Coreia / China / Austrália | Sob cotação | Rotas diretas pelo Índico e pelo Pacífico, sem afetação | A Índia é a origem mais próxima |
Tempos de trânsito: APM Terminals Pecém (páginas de serviços, "apenas seis dias até Nova York ou Algeciras"); DatamarNews e FluentCargo para o loop do Norte da Europa; Euronews (14 ago 2026) e GoFreight (2026) para o roteamento pelo Cabo e o retorno parcial de alguns serviços da Maersk, Hapag-Lloyd, CMA CGM e MSC a Suez; os dias Índia–Europa são faixas de armadores e agentes de carga, não um cronograma fixo. Onde não existe número confiável, a tabela diz isso.
Incluídos em cada contêiner.
A fibra de coco entra nos EUA, Reino Unido, Canadá, Japão e Austrália com tarifa zero sob o HS 5305; a UE aplica 0 % nessa linha; a Turquia aplica a tarifa da UE para bens industriais e a expectativa é de tarifa zero, a confirmar com o seu despachante. O USDA APHIS não exige licença de importação para fibra de coco processada sem solo; a UE não exige certificado fitossanitário para substrato de coco novo e não misturado. Emitimos o certificado do MAPA mesmo assim, porque a maioria dos compradores pede.
Do primeiro contato ao contêiner.
Pedido mínimo de um contêiner de 40' high-cube. As alocações mensais são programadas por trimestre; a próxima alocação de exportação abre no primeiro trimestre de 2027. "Podemos comprar 2 contêineres por mês" é uma frase com a qual conseguimos planejar.
Perguntas que importadores fazem antes do primeiro pedido.
Quantos litros rende um bloco de 5 kg?
No mínimo 13 L por kg, portanto no mínimo 65 L por bloco de 5 kg após hidratação. O bloco mede 30 × 30 × 14 cm e carrega 22 paletes por contêiner de 40' high-cube, 23–24 toneladas líquidas.
O pó de coco é lavado ou tamponado, e com qual CE?
As duas grades estão disponíveis. Lavado: CE abaixo de 0,7 mS/cm (1:5). Tamponado, tratado com cálcio e magnésio após a lavagem: CE abaixo de 0,5 mS/cm. A matéria-prima é casca seca do interior que nunca passou por maceração, por isso parte de um nível de sal mais baixo. Todo lote é medido antes do embarque e o limite está escrito no contrato.
Vocês fazem oferta FOB, e a partir de qual porto?
Sim. As ofertas são FOB Porto do Pecém, por 40'HC. CFR ou CIF sob consulta. Pecém tem serviços diretos semanais para a Costa Leste dos EUA, o Norte da Europa e o Mediterrâneo Ocidental; a APM Terminals publica trânsito de apenas seis dias até Nova York e Algeciras.
Qual é a condição de pagamento?
Acordada por pedido: adiantamento com saldo contra cópia do B/L, documentos contra pagamento (D/P) para relações estabelecidas, ou carta de crédito para contratos recorrentes maiores.
Quais documentos acompanham o embarque, e há tarifa de importação?
Invoice, packing list, B/L, certificado fitossanitário do MAPA, certificado de fumigação quando exigido, certificado de origem, certificado dos paletes ISPM-15 e o laudo de análise do lote. A fibra de coco (HS 5305) tem tarifa zero nos EUA, Reino Unido, Canadá, Japão e Austrália e 0 % na UE; para a Turquia a expectativa é de tarifa zero, a confirmar com o seu despachante.
Por que comprar do Brasil em vez da Índia?
Estação: a estação seca no Ceará vai de junho a dezembro, enquanto a monção de sudoeste da Índia (junho–setembro) e a monção de nordeste de Tamil Nadu (outubro–dezembro) retardam a secagem e o processamento. Rota: de Pecém para a Europa e a Costa Leste dos EUA é uma travessia do Atlântico sem o Canal de Suez ou o Mar Vermelho; a maioria dos serviços Índia–Europa ainda contorna o Cabo em 2026. Matéria-prima: casca que não passa por maceração carrega menos sódio e precisa de menos ciclos de lavagem para chegar a uma CE baixa.
Podemos testar o material antes?
Sim. As amostras são enviadas para o seu laboratório com o nosso laudo de lote e fotografias do bloco hidratado. Inspeção independente na estufagem pode ser organizada em Pecém.
Vocês também fornecem fibra de coco, misto de coco e chips?
Fibra de coco e misto de coco estão disponíveis agora em fardos ou sacos. Os chips de casca (10–20 mm, cortados da casca inteira) são produto em roadmap para 2027; enquanto isso, as consultas são respondidas com opções de pó e fibra.
Solicite uma oferta FOB Pecém
Envie o produto, a grade, o formato, o volume mensal e o porto de destino. Respondemos com a ficha de especificação, um laudo de lote de exemplo e a oferta em até dois dias úteis.
- APM Terminals Pecém, linhas e serviços de navegação — apmterminals.com/en/pecem.
- Governo do Ceará / CIPP, resultados de Pecém em 2025 (706.509 TEU; 20,96 Mt), 24 fev 2026 — ceara.gov.br.
- DatamarNews, serviço reefer semanal de Pecém para a Europa, 2025/26 — datamarnews.com.
- Euronews, "Maersk returns another Asia–Europe service through Suez, but wider return remains distant", 14 ago 2026 — euronews.com; Maritime Executive sobre o retorno da MSC ao Mar Vermelho.
- GoFreight (2026), guia de interrupções marítimas: o desvio pelo Cabo adiciona 10–14 dias.
- USITC Harmonized Tariff Schedule, posição 5305.00.00 — hts.usitc.gov; UK Integrated Online Tariff 5305000000; CBSA Customs Tariff 2026, cap. 53; tarifa da Japan Customs, cap. 53; Australian Border Force Working Tariff, cap. 53.
- USDA APHIS, Circular Q37-2 (fibra de coco como meio de cultivo e material de embalagem aprovados); Regulamento (UE) 2019/2072, Anexos VII e XI.
- FUNCEME, quadra chuvosa e estação seca no Ceará; India Meteorological Department, monções de sudoeste e de nordeste.
- Raviv, M., Lieth, J.H. & Bar-Tal, A. (2019), Soilless Culture, 2ª ed., Elsevier, cap. 8; Prasad, M. (1997), Acta Horticulturae 450; EMBRAPA Tabuleiros Costeiros, Comunicado Técnico 226.
- MAPA, procedimentos e-Phyto e Vigiagro; ISPM-15 (IPPC).
Página atualizada em 5 de setembro de 2026. Os números de terceiros são reproduzidos como publicados; onde não existe número confiável, a página diz isso.