GUIA · MORANGO EM SUBSTRATO

Quanto tempo dura o substrato de coco no morango

Atualizado em outubro de 2026 · Fontes no fim da página

A Embrapa Uva e Vinho recomenda trocar o saco e o substrato do morango a cada 2 anos[1], e a Embrapa Clima Temperado estima que os slabs durem cerca de 4 anos[3]. Na fibra de coco, um ensaio na Noruega manteve a produção por 3 ciclos[9]; no Reino Unido, as publicações divergem[10][11]. Troque antes se a produção cair ou se aparecer podridão de raiz.

Mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB); entrega (CIF) em carga fechada. Preço na fábrica: R$ 49 por saco de 100 L, com frete de retorno sob cotação; quanto maior o volume, menor o preço.

Quantos anos dura o substrato no morango: o que diz a Embrapa

  • 2 anos. A Embrapa Uva e Vinho recomenda um novo ciclo com troca do saco e do substrato a cada dois anos[1]. Um pesquisador da mesma unidade descreve plantas que produzem por dois anos, trocadas depois junto com o substrato[2].
  • Cerca de 4 anos para slabs. A Embrapa Clima Temperado diz que os slabs têm vida útil curta e são substituídos a cada 4 anos, aproximadamente[3].
  • A planta dura menos que o substrato. A mesma muda pode ficar pelo menos 2 anos consecutivos no sistema em substrato[3].
  • Relato de campo. Um produtor catarinense ouvido pela Epagri troca as plantas a cada três anos e o substrato a cada seis. É relato, não ensaio[8].

De onde vêm os dados: casca de arroz no Brasil, fibra de coco no exterior

Os ensaios brasileiros de reutilização no morango usaram casca de arroz carbonizada, substrato comercial ou misturas, não fibra de coco pura. Não encontramos estudo brasileiro de reutilização de coco puro no morango. A evidência específica da fibra de coco vem da Noruega (NIBIO, Frontiers in Plant Science), do Reino Unido (NIAB, Acta Horticulturae e Frontiers in Agronomy) e da Bélgica (UGent e ILVO, BMC Plant Biology, com turfa e 40% de coco).

Fonte (ano)SubstratoSistemaTempo de usoResultado
Embrapa Uva e Vinho (2007)[1]Casca de arroz carbonizada e misturasSacos em bancadaTroca a cada 2 anosRecomendação
Embrapa Clima Temperado (2024)[3]VáriosSlabsCerca de 4 anosVida útil do slab
UFPel (2018)[5]Casca de arroz carbonizadaSlab de 50 L, sistema fechado1 e 3 anos de uso927 e 918 g por planta, sem diferença
Epagri (2022)[4]Substrato comercialSaco de 45 L3 safras sem replantioQueda de 27,3% na 3ª safra
UFFS/UDESC, Paraná (2023)[6]Mistura orgânicaSlab e vaso3º cicloDesempenho inferior, mortalidade acima de 40%
NIBIO, Noruega (2024)[9]Fibra de cocoBandeja de 8 L3 ciclosProdução relativamente estável
NIAB, Reino Unido (2021)[10]Fibra de cocoSacosAté 3 usosSem efeito significativo da idade do coco
NIAB, Reino Unido (2024)[11]Fibra de cocoSacos1 a 2 safras (uso usual)Cita queda de cerca de 5% por ano de uso
UGent/ILVO, Bélgica (2025)[12]Turfa com 40% de cocoVasosAté 3 usosFungos patogênicos se acumularam
  • Noruega. A fibra de coco foi reutilizada por três ciclos e a produção ficou relativamente estável, sem pré-tratamento: o coco secou no inverno, foi reumedecido e as mudas novas entraram entre os torrões antigos[9].
  • Reino Unido. Com coco usado até três vezes, a idade do coco não teve efeito significativo na produção de classe 1[10]. Uma publicação de 2024 do mesmo instituto diz outra coisa: cita queda de cerca de 5% na produção por ano de uso e diz que os produtores britânicos usam o coco em geral por uma ou duas safras[11]. As duas fontes britânicas não concordam.
  • Bélgica. Na mistura de turfa com 40% de coco reutilizada até três vezes, fungos patogênicos se acumularam, e os autores recomendam vaporizar[12].
Morangos cultivados em bancada suspensa com substrato, sob estufa
Morango em bancada suspensa com substrato. Foto: Arne Müseler, CC BY-SA 3.0 DE, via Wikimedia Commons.

A produção cai com o substrato reutilizado?

Depende do ensaio. Na maioria dos ensaios brasileiros a planta também foi mantida, então a idade da planta e a do substrato se misturam no resultado.

  • UFPel, Pelotas (RS). Casca de arroz carbonizada com 1 e com 3 anos de uso deu 927 e 918 g por planta, sem diferença significativa; só a massa do fruto caiu, de 11,60 para 11,02 g[5].
  • Epagri, Caçador (SC). Com plantas e substrato mantidos por três safras, a produção comercial caiu 27,3% na terceira safra em relação à anterior[4].
  • UFFS, Paraná. No terceiro ciclo, com plantas e substrato do primeiro, o desempenho foi inferior aos dois anos anteriores e a mortalidade de plantas passou de 40%, com podridão de raiz[6].
  • Recondicionamento no RS. Um substrato com 4 anos de uso, recondicionado com 40% de turfa, 15% de casca de arroz in natura e 5% de pericarpo de coco, deu 482 g por planta[7].

O que muda no substrato com o uso

O único dado brasileiro de antes e depois no morango é de casca de arroz carbonizada, não de coco. Em três anos, o substrato ficou mais denso e perdeu ar e água fácil para a raiz:

Propriedade1 ano de uso3 anos de uso
Densidade seca (g/L)130220
Porosidade total (%)7878
Espaço de aeração (%)1610
Água facilmente disponível (%)83
Capacidade de retenção de água (%)6268

Casca de arroz carbonizada em slabs de morango, UFPel, Tabela 1[5]. Não encontramos medida brasileira equivalente para fibra de coco no morango. Referência de coco novo na Noruega: contração de 12,6% e volume total de poros de 95,4%[9]. Na Bélgica, a vaporização mudou pouco as propriedades físico-químicas[12].

Por que o coco perde ar com o tempo, e como peneirar e completar, está no guia geral de quanto tempo dura o substrato de coco em outras culturas.

Como desinfetar o substrato entre ciclos de morango

  • Solarização. Leiras de até 1 m de largura e 0,5 m de altura, úmidas, cobertas com polietileno transparente de 80 a 100 micras por pelo menos dois meses no verão[1].
  • Vapor. A Embrapa Uva e Vinho cita vapor por tubos perfurados[1]. No ensaio belga, vapor a 100 °C por 1 a 2 min e depois cerca de 70 °C por 1 h[12].
  • Trichoderma. 5 g por cova, repetido duas vezes com 20 dias de intervalo[1].
  • Descarte do saco doente. A planta doente sai com o substrato do saco; sacos menores fazem perder menos plantas e menos substrato[1].
  • Mistura com material novo. A Embrapa Clima Temperado recomenda misturar 30% de casca de arroz carbonizada com quatro anos de uso à nova[3]. Com coco, complete o volume perdido com pó novo; nenhuma fonte dá a quantidade por slab.
  • Cuidado com doença de raiz. Na Noruega, a reutilização sem tratamento funcionou, mas os autores alertam que, com doença de raiz, ela vira estratégia arriscada[9].

Quando trocar o substrato do morango

  • A conta fecha. Troque quando a receita perdida com a queda de produção já paga substrato e mudas novos, regra de Adams (2004) citada pela Epagri[4].
  • A produção caiu. A queda de 27,3% na terceira safra pode indicar a hora de renovar substrato e plantas[4].
  • Doença de raiz. Com doença de raiz, a reutilização vira estratégia arriscada[9].
  • Plantas morrendo. Mortalidade alta, como os mais de 40% do terceiro ciclo no Paraná[6].
  • Menos ar na raiz. Menos ar e menos água fácil para a raiz, como na casca de arroz com 3 anos[5]. Meça CE e pH antes de replantar.
  • Calendário. Sem nenhum desses sinais, use o prazo da Embrapa: 2 anos para saco e substrato[1].

Reposição com pó de coco Tamponado

Para repor ou completar o substrato do morango, a recomendação Carve é o Tamponado, com CE (1:5) abaixo de 0,5 mS/cm[15][16]. Veja substrato para morango semi-hidropônico e o que muda com o tamponamento do substrato de coco. Para calcular o volume de um slab novo, use quantos litros de substrato por planta de morango.

Por região: na Serra Gaúcha (veja pó de coco na Serra Gaúcha), quase todos os 56 produtores da associação de Bom Princípio cultivam em substrato[13]; no Sul de Minas (veja pó de coco no Sul de Minas), a Emater-MG registra o crescimento do plantio suspenso em substrato[14]. Para o Paraná e o Espírito Santo, veja pó de coco em Curitiba e no Paraná e pó de coco no Espírito Santo.

Comprar do Ceará estando nas regiões de morango do Sul e do Sudeste

O pó de coco é leve: qualquer caminhão enche de volume antes de chegar ao limite de peso, e uma carreta de 140 m³ leva de 12,6 a 13,3 t[17]. Por isso o frete é cobrado por viagem, e o custo por saco depende de quantos sacos cabem no veículo.

DestinoDistância rodoviária desde Paraipaba-CE
Pouso Alegre-MG~2.920 km
Caxias do Sul-RS~4.040 km
Bom Princípio-RS~4.180 km
Curitiba-PR~3.530 km
Domingos Martins-ES~2.360 km

Distâncias: OSRM sobre OpenStreetMap, 13 out. 2026[19]. O prazo de cada carga vem na cotação.

  • Frete de retorno. Muitos caminhões sobem ao Nordeste com carga e voltam vazios ao Sul e ao Sudeste; esse fluxo costuma dar a melhor condição[18].
  • Carga cheia. Peça a cotação para o veículo de maior volume útil e divida o frete pelo número de sacos.
  • Carga prensada. A compactação de 2:1 a 4:1 leva mais volume por viagem; o formato é definido em contrato[18].
  • Entregas programadas. Uma carga por mês, combinada antes da safra, evita faltar substrato no meio do ciclo.

Detalhes em frete e prazo a partir do Ceará e quantos sacos cabem numa carreta.

O pó fino de coco, em resumo

ParâmetroPó Fino de Coco Carve
Matéria-primaMesocarpo de coco seco maduro (Cocos nucifera L.), processado em Paraipaba, Ceará
GranulometriaClassificado em peneira rotativa, malha ~4,13 mm
Umidade≤ 18% na expedição
Densidade aparente~90 a 95 kg/m³ solto; valor do lote impresso no saco
Retenção de água~500 ml/L
CE (1:5)Natural 0,8 a 1,5 · Lavado < 0,7 · Tamponado < 0,5 mS/cm, medida em todo lote
EmbalagemSaco de 100 L de ráfia, com QR do lote
Laudo do loteCE, pH, umidade, densidade e granulometria

Ficha técnica completa em Pó Fino de Coco; leitura do laudo em o que vem no laudo do lote.

Como pedir a cotação

Mande estes quatro dados pelo WhatsApp ou pelo formulário:

  1. Cultura e recipiente. O que você produz e em quê: tubete, bandeja, sacola, slab, vaso ou canal.
  2. Volume. Quantos sacos de 100 L ou metros cúbicos por mês ou por safra, e quando a primeira carga precisa chegar.
  3. Versão. Natural, Lavado ou Tamponado, ou a CE máxima que o seu substrato aceita.
  4. Entrega. A cidade de destino em Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná ou Rio Grande do Sul e se você retira na planta ou prefere que a Carve cote o frete de retorno.

Preço na fábrica: R$ 49 por saco de 100 L, com frete de retorno sob cotação; quanto maior o volume, menor o preço. Mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB); entrega (CIF) em carga fechada. Amostra técnica disponível conforme o perfil do cliente. Veja como o preço se forma em preço do pó de coco e as condições por volume em pó de coco no atacado.

Perguntas frequentes

Quanto tempo dura o substrato de coco no morango?

Não há estudo brasileiro com coco puro. A Embrapa Uva e Vinho recomenda trocar saco e substrato a cada 2 anos, e a Embrapa Clima Temperado estima cerca de 4 anos para slabs. Na Noruega, a fibra de coco manteve a produção por 3 ciclos.

Dá para reutilizar o substrato de coco no morango?

Sim. Na Noruega, a fibra de coco manteve a produção por três ciclos sem pré-tratamento. Com doença de raiz, a reutilização fica arriscada: desinfete ou troque.

Quantos ciclos a fibra de coco aguenta no morango?

Na Noruega, a produção se manteve por 3 ciclos. No Reino Unido as fontes divergem: um ensaio de 2021 não achou efeito da idade do coco até 3 usos, e uma publicação de 2024 cita queda de cerca de 5% por ano e uso usual de uma ou duas safras.

A produção de morango cai com substrato reutilizado?

Depende. Na UFPel, casca de arroz carbonizada com 1 e 3 anos de uso não diferiu. Na Epagri, com plantas e substrato mantidos, a produção caiu 27,3% na terceira safra.

Como desinfetar o substrato do morango entre ciclos?

Por solarização, em leiras de até 1 m × 0,5 m sob plástico transparente por pelo menos dois meses no verão, ou por vapor. Saco com planta doente vai para descarte.

Quando trocar o substrato do morango?

Quando a perda de produção já paga substrato e mudas novos, ou se houver podridão de raiz e plantas morrendo. Sem esses sinais, a Embrapa indica trocar a cada 2 anos.

Fontes

  1. Bortolozzo, A. R. et al. (2007). Produção de morangos no sistema semi-hidropônico. Circular Técnica 62, Embrapa Uva e Vinho, 2ª ed. Troca do saco plástico e do substrato a cada dois anos; descarte do saco com planta doente; sacos menores limitam as perdas; solarização em leiras de até 1 m × 0,5 m, úmidas, sob polietileno transparente de 80 a 100 micras por pelo menos dois meses no verão, ou vapor; Trichoderma, 5 g por cova, duas vezes com 20 dias de intervalo. infoteca.cnptia.embrapa.br
  2. Bernardi, J., Embrapa Uva e Vinho (2007). Produção de morango em estufa. Jornal da Fruta, set. 2007. As plantas produzem por dois anos; depois, mudas novas e substrato novo. infoteca.cnptia.embrapa.br
  3. Peil, Dutra, Silveira e Antunes (2024). Cultivo do morangueiro em substrato com recirculação da solução drenada. Circular Técnica 253, Embrapa Clima Temperado. Slabs com vida útil curta, substituídos a cada 4 anos, aproximadamente; a planta pode ficar pelo menos 2 anos consecutivos no sistema; misturar 30% de casca de arroz carbonizada com quatro anos de uso à nova. ainfo.cnptia.embrapa.br
  4. Valmorbida, Wamser e Santos, Epagri (2022). Produção de morango em função do arranjo de plantas e da distribuição da fertirrigação em substratos. Irriga 27(3). Plantas e substrato comercial mantidos por três safras em sacos de 45 L, Caçador (SC), 2016-2019: queda de 27,3% na produção comercial na terceira safra; regra de troca de Adams (2004). revistas.fca.unesp.br
  5. Schaun, Rosa, Neutzling, Perin, Signorini e Peil, UFPel (2018). Cultivo sem solo de morangueiro: reutilização de substrato. Anais do SIEPE/UFPel. Casca de arroz carbonizada com 1 e 3 anos de uso, slabs de 50 L: 927 e 918 g por planta, sem diferença significativa; massa do fruto 11,60 e 11,02 g; propriedades físicas na Tabela 1. anais-siiepe.ufpel.edu.br
  6. Baldin et al., UFFS e UDESC (2023). Caracterização agronômica de plantas de morangueiro de terceiro ciclo. Revista de Ciências Agroveterinárias 22(4). Terceiro ciclo com plantas e substrato mantidos desde o primeiro: desempenho inferior aos dois anos anteriores, mortalidade de plantas acima de 40%, podridão de raiz por Phytophthora; ensaio no Paraná. revistas.udesc.br
  7. Galina et al., Unochapecó, UFFS e UDESC (c. 2022). Resumo apresentado no FRUSUL. Substrato com 4 anos de uso recondicionado com 40% de turfa, 15% de casca de arroz in natura e 5% de pericarpo de coco: 482 g por planta, Erval Grande (RS). portaleventos.uffs.edu.br
  8. Freitas, Epagri (2018). Sabor e lucro sobre a bancada. Agropecuária Catarinense 31(2). Relato de produtor: plantas substituídas a cada três anos e o substrato a cada seis. publicacoes.epagri.sc.gov.br
  9. Woznicki, Kusnierek, Vandecasteele e Sønsteby, NIBIO (2024). Frontiers in Plant Science 14:1307240, Noruega. Fibra de coco reutilizada por três ciclos com produção relativamente estável, sem pré-tratamento; reutilização arriscada com doença de raiz; fibra de coco nova com contração de 12,6% e volume total de poros de 95,4%. frontiersin.org
  10. Shuttleworth, Papp-Rupar, Passey e Xu, NIAB East Malling (2021). Acta Horticulturae 1317 (ISHS), doi 10.17660/ActaHortic.2021.1317.46, Reino Unido. Fibra de coco usada até três vezes, 2018-2020: sem efeito significativo da idade do coco na produção de classe 1. ishs.org
  11. Xu, Deakin, Zhao, Passey e Papp-Rupar, NIAB (2024). Frontiers in Agronomy 6:1397974, Reino Unido. No Reino Unido, a fibra de coco é usada em geral por uma ou duas safras; a publicação cita queda de cerca de 5% na produção por ano de uso. frontiersin.org
  12. Hu, Claerbout, Vandecasteele, Craeye e Geelen, UGent, Inagro e ILVO (2025). BMC Plant Biology 25:245, Bélgica. Substrato de turfa com 40% de coco reutilizado até três vezes: fungos patogênicos se acumularam; vaporização a 100 °C por 1-2 min e cerca de 70 °C por 1 h, com efeito limitado nas propriedades físico-químicas. doi.org
  13. Emater/RS-Ascar, via Revista Cultivar (11 abr. 2013), "Tem início o plantio do morangueiro no Rio Grande do Sul": 540 ha, 18,4 mil t e 1.255 produtores no levantamento citado; em Bom Princípio, quase todos os 56 produtores da associação local cultivam em substrato, em bancadas a 80 cm do solo. revistacultivar.com.br
  14. Emater-MG, via Revista Cultivar (13 jun. 2024): "Produção de morango no Sul de Minas deve alcançar 173 mil toneladas em 2024": 3.381 ha, cerca de 9.500 agricultores familiares, Pouso Alegre 40 mil t, Bom Repouso 29 mil t, Estiva 19,2 mil t, Senador Amaral 16,5 mil t; crescimento do plantio suspenso em substrato. revistacultivar.com.br
  15. Carve, especificação de produto: Pó Fino de Coco, versões Natural (CE 0,8-1,5 mS/cm, 1:5), Lavado (< 0,7 mS/cm) e Tamponado (< 0,5 mS/cm), CE medida por lote; malha ~4,13 mm; umidade ≤ 18%; densidade aparente ~90-95 kg/m³ solto; retenção ~500 ml/L; porosidade total acima de 94% (valor de literatura Embrapa para pó de coco, indicado na ficha técnica); saco de 100 L com QR do lote; pedido mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB), entrega (CIF) em carga fechada; preço de lista R$ 49 por saco de 100 L. carvebio.com.br/po-fino
  16. Carve, guia de escolha do tratamento: Natural (sem lavagem), Lavado (2 a 3 ciclos de água doce) e Tamponado (lavado e tratado com nitrato de cálcio), com as culturas indicadas para cada um. carvebio.com.br/guia/po-de-coco-lavado-ou-natural
  17. Carve, guias de carga e rendimento: carreta de 140 m³ com cerca de 1.400 sacos de 100 L e 12,6 a 13,3 t; saco de 100 L com 9 a 9,5 kg; 1 kg com 10,5 a 11 L. carvebio.com.br/guia/carreta-de-po-de-coco-sacos-e-peso
  18. Carve, guia de frete e prazo a partir do Ceará: retirada na planta como condição padrão, frete cotado por destino e por viagem, carga limitada por volume; caminhões que sobem ao Nordeste com carga e voltam vazios ao Sudeste dão a melhor condição para o Sul e o Sudeste; carga prensada de 2:1 a 4:1 definida em contrato. carvebio.com.br/guia/frete-e-prazo-po-de-coco-ceara
  19. OSRM (Open Source Routing Machine) sobre dados do OpenStreetMap: rota rodoviária mais rápida do centro urbano de Paraipaba-CE ao centro de Pouso Alegre-MG, Caxias do Sul-RS, Bom Princípio-RS, Curitiba-PR e Domingos Martins-ES, consultada em 13 de outubro de 2026 e arredondada para a dezena de quilômetros. A rota de um caminhão pode diferir por restrição de peso, pedágio ou escolha da transportadora.

Página mantida pela equipe técnica Carve. Distâncias e números são reproduzidos como publicados pelas fontes citadas. Correções e fontes adicionais: comercial@carvebio.com.br.

Pó de coco Tamponado para repor o seu substrato

Envie o número de slabs ou plantas, se vai trocar tudo ou só completar, e a cidade de entrega. Preço na fábrica: R$ 49 por saco de 100 L, com frete de retorno sob cotação; quanto maior o volume, menor o preço.

Formulário de cotação