GUIA · SUBSTRATO PRENSADO

Como hidratar substrato de coco prensado (bloco ou tijolo)

Atualizado em outubro de 2026 · Fontes no fim da página

Para hidratar substrato de coco prensado, quebre o bloco ou tijolo, adicione água aos poucos e misture até o material parar de absorver e se soltar por inteiro; depois deixe descansar e meça a CE antes de encher bandejas, vasos ou tubetes. Um bloco 5:1 de granulometria fina rende cerca de 15 L de substrato por kg[1], o mesmo mínimo que o BIS, documento TXD 25 (20685), 2024 pede para blocos de 5 kg[2].

Mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB); entrega (CIF) em carga fechada. Preço na fábrica: R$ 49 por saco de 100 L, com frete de retorno sob cotação; quanto maior o volume, menor o preço.

Quanto rende o substrato prensado: bloco, tijolo e solto

O mesmo pó de coco chega em formatos diferentes, e cada um volta a um volume diferente depois da água. O pó solto do saco de 100 L já está no volume de uso: 1 kg ocupa de 10,5 a 11 L[3]. A carga prensada da Carve sai compactada de 2:1 a 4:1, conforme o contrato[4]. O bloco 5:1 de granulometria fina rende cerca de 15 L por kg depois de hidratado[1]. Na literatura técnica, o coco circula sobretudo em tijolo prensado 5:1[5].

FormatoCompressãoRendimento depois da águaFonte
Pó solto, saco de 100 L (Carve)Sem compressão1 kg ≈ 10,5 a 11 LCarve[3]
Carga prensada (Carve)2:1 a 4:1, definida em contratoCompactação para o transporteCarve[4]
Bloco 5:1, granulometria fina5:1~15 L/kgRomero (2025)[1]
Bloco de 650 g—Mínimo de 10 L/kgDocumento BIS[2]
Bloco de 5 kg—Mínimo de 15 L/kg, ou 75 L por bloco (cálculo)Documento BIS[2]
Pó de coco comercial do México e do Sri Lanka2:1 (México) e 6:1 (Sri Lanka)—Vargas Tapia et al. (2008)[6]

Bloco de 5 kg: cálculo a partir do mínimo de 15 L/kg do documento BIS[2] (15 L/kg × 5 kg = 75 L). O documento é um projeto em circulação, não uma norma final. Conversões do saco em pó de coco em saco de 100 litros e do quilo em quantos litros rende 1 kg de pó de coco.

Quanta água usar no bloco ou tijolo

Não existe um volume fixo de água por bloco. O ensaio do documento BIS manda quebrar o bloco à mão e misturar a água devagar até a expansão completa, sem fixar a quantidade de água nem o tempo[2]. Os estudos dão ordens de grandeza só para os formatos que usaram:

  • Tijolo de 650 g. 4 L de água renderam cerca de 6 L de coco, num ensaio da Oregon State University com mudas de Douglas-fir[7].
  • Fardo de 7,5 kg. 30 L de água renderam cerca de 70 L de coco, no mesmo estudo[7].
  • Dois tijolos em laboratório. 14 L de água, adicionados de 1 L em 1 L, até o tijolo se desfazer por completo, na NC State University[8].

O pó de coco retém praticamente cinco vezes o seu peso seco em água (fibra de coco verde, Embrapa)[9]. Por isso a regra prática é por etapas: ponha uma parte da água, espere absorver, revolva e repita até o material parar de absorver. Para um bloco de 5 kg não há número publicado de litros de água; siga a regra das etapas e confira o volume final.

Passo a passo para hidratar o substrato prensado

  1. Quebre o bloco. Quebre ou esfarele o bloco ou tijolo num recipiente com espaço para a expansão. O ensaio do documento BIS também começa quebrando o bloco à mão[2].
  2. Adicione água em etapas. Despeje parte da água, espere absorver, revolva e repita, como no ensaio do documento BIS e no protocolo da NC State[2][8].
  3. Deixe descansar. Cubra ou feche o recipiente. Em laboratório, o coco umedecido ficou 24 h vedado para equilibrar a umidade[5]. Um trabalho citado numa dissertação da UFRPE levou cerca de 3 h para descompactar 20 tijolos prensados a 9:1[10].
  4. Solte os torrões. Revolva até o fundo e desfaça os pedaços secos do miolo antes de medir ou de usar.
  5. Meça a CE (1:5). Confira se a salinidade está dentro do que a cultura tolera; o método está na seção abaixo.
  6. Enxágue, se precisar. Se a CE passar do limite da cultura, lave com água de baixa CE, drene e meça de novo.
  7. Carregue com cálcio, se a cultura pedir. Para culturas sensíveis a sal, veja substrato de coco tamponado.
  8. Use úmido. Encha bandejas, vasos e tubetes com o substrato ainda úmido; o coco seco ao ar repele água[14].

Água morna ou fria? Não encontramos estudo que meça a diferença de tempo entre água morna e fria, por isso não damos número aqui. O coco é descrito como muito hidrofílico, e reidrata com mais facilidade que a turfa[5]. O pó solto do saco de 100 L não precisa ser expandido: basta umedecer antes de encher os recipientes.

Como medir a CE depois de hidratar (método 1:5)

A Carve mede a CE do pó fino em extrato 1:5 em volume, com condutivímetro calibrado, em todo lote, e imprime o valor no laudo[11]. Você pode repetir a medição no viveiro com o mesmo método e comparar com o laudo do lote:

  1. Amostra. Tire substrato hidratado de vários pontos do recipiente e misture.
  2. Extrato. Meça 1 parte de substrato e 5 partes de água destilada, em volume.
  3. Agite e espere. Agite bem, deixe em repouso e filtre ou espere decantar.
  4. Leia. Leia a CE no condutivímetro calibrado e compare com a faixa da versão que você comprou.

A Instrução Normativa SDA nº 17/2007 do MAPA, que traz os métodos oficiais para substratos, mede a CE em extrato com razão de extração 1 + 5 (v/v)[12]. Valores medidos por outro método, como o extrato de saturação, não são comparáveis a um número 1:5.

ReferênciaCEMétodoFonte
Pó Fino Carve Natural0,8 a 1,5 mS/cmExtrato 1:5Carve[11]
Pó Fino Carve Lavado< 0,7 mS/cmExtrato 1:5Carve[11]
Pó Fino Carve Tamponado< 0,5 mS/cmExtrato 1:5Carve[11]
Sete pós de coco comerciais sem lavar (estudo mexicano)1,5 a 4,5 dS/mExtrato de saturaçãoVargas Tapia et al. (2008)[6]

1 dS/m = 1 mS/cm. Os valores do estudo mexicano usam extrato de saturação e não devem ser comparados com a CE 1:5 do laudo Carve. Faixas por cultura em CE do pó de coco por cultura.

Precisa lavar? E quando carregar com cálcio

Lavar serve para baixar sais. O documento BIS trata a lavagem com água como etapa para reduzir a salinidade e descreve o tamponamento com nitrato de cálcio e/ou de magnésio, seguido de nova lavagem[2]. Os autores do estudo mexicano recomendam lavar o pó de coco antes do uso[6]. A decisão depende da CE medida e da cultura:

  • CE dentro da faixa da cultura. Use como está. Na tabela da Carve, mudas de eucalipto e de café usam o Natural[13].
  • CE acima do que a cultura tolera. Enxágue e meça de novo, ou compre o Lavado, abaixo de 0,7 mS/cm, indicado para hortaliças em bandeja, mudas nativas e florestais e flores[11][13].
  • Cultura sensível a sal. Morango usa o Tamponado, abaixo de 0,5 mS/cm[11][13]. Por que só lavar não basta nesse caso: substrato de coco tamponado.

Coco sem correção leva à deficiência de cálcio nas plantas, segundo Rose e Haase, que citam Handreck (1993)[7]. Se você comprou Natural ou Lavado para uma cultura sensível, pré-carregue o substrato com cálcio depois da hidratação e enxágue, ou compre o Tamponado já pronto. O processo e as culturas estão em substrato de coco tamponado, e a comparação dos três tratamentos em pó de coco lavado ou natural. Para formular a mistura de viveiro depois da hidratação, veja substrato para mudas florestais.

Para produtores de hortaliças em bandeja perto da capital paulista, as condições de entrega estão em pó de coco no Cinturão Verde de São Paulo; no Paraná, em pó de coco em Curitiba e no Paraná. O produto é o Pó Fino de Coco, em Natural, Lavado ou Tamponado.

Pó de coco peneirado na saída da peneira rotativa
Pó de coco peneirado. Foto: UsiCoco.

Comprar do Ceará estando no Sul ou no Sudeste

O pó de coco é leve: qualquer caminhão enche de volume antes de chegar ao limite de peso, e uma carreta de 140 m³ leva de 12,6 a 13,3 t[3]. Por isso o frete é cobrado por viagem, e o custo por saco depende de quantos sacos cabem no veículo.

DestinoDistância rodoviária desde Paraipaba-CE
São Paulo-SP~3.150 km
Belo Horizonte-MG~2.560 km
Curitiba-PR~3.530 km
Porto Alegre-RS~4.260 km

Distâncias: OSRM sobre OpenStreetMap, 13 out. 2026[15]. O prazo de cada carga vem na cotação.

  • Frete de retorno. Muitos caminhões sobem ao Nordeste com carga e voltam vazios ao Sul e ao Sudeste; esse fluxo costuma dar a melhor condição[4].
  • Carga cheia. Peça a cotação para o veículo de maior volume útil e divida o frete pelo número de sacos.
  • Carga prensada. A compactação de 2:1 a 4:1 leva mais volume por viagem; o formato é definido em contrato[4].
  • Entregas programadas. Uma carga por mês, combinada antes da safra, evita faltar substrato no meio do ciclo.

Detalhes em frete e prazo a partir do Ceará e quantos sacos cabem numa carreta.

O pó fino de coco, em resumo

ParâmetroPó Fino de Coco Carve
Matéria-primaMesocarpo de coco seco maduro (Cocos nucifera L.), processado em Paraipaba, Ceará
GranulometriaClassificado em peneira rotativa, malha ~4,13 mm
Umidade≤ 18% na expedição
Densidade aparente~90 a 95 kg/m³ solto; valor do lote impresso no saco
Retenção de água~500 ml/L
CE (1:5)Natural 0,8 a 1,5 · Lavado < 0,7 · Tamponado < 0,5 mS/cm, medida em todo lote
EmbalagemSaco de 100 L de ráfia, com QR do lote
Laudo do loteCE, pH, umidade, densidade e granulometria

Ficha técnica completa em Pó Fino de Coco; leitura do laudo em o que vem no laudo do lote.

Como pedir a cotação

Mande estes quatro dados pelo WhatsApp ou pelo formulário:

  1. Cultura e recipiente. O que você produz e em quê: tubete, bandeja, sacola, slab, vaso ou canal.
  2. Volume. Quantos sacos de 100 L ou metros cúbicos por mês ou por safra, e quando a primeira carga precisa chegar.
  3. Versão. Natural, Lavado ou Tamponado, ou a CE máxima que o seu substrato aceita.
  4. Entrega. A cidade de destino em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul ou outro estado e se você retira na planta ou prefere que a Carve cote o frete de retorno.

Preço na fábrica: R$ 49 por saco de 100 L, com frete de retorno sob cotação; quanto maior o volume, menor o preço. Mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB); entrega (CIF) em carga fechada. Amostra técnica disponível conforme o perfil do cliente. Veja como o preço se forma em preço do pó de coco e as condições por volume em pó de coco no atacado.

Perguntas frequentes

Quanta água para hidratar um bloco de 5 kg de substrato de coco?

Não há número publicado de litros de água para um bloco de 5 kg. Adicione a água em etapas até o material parar de absorver. O documento BIS pede que o bloco de 5 kg renda no mínimo 15 L por kg, cerca de 75 L no total (cálculo); o bloco 5:1 de granulometria fina rende cerca de 15 L/kg.

Quanto tempo leva para hidratar um tijolo de fibra de coco?

Depende do tamanho do tijolo e de quanto você o quebra. Um trabalho citado numa dissertação da UFRPE levou cerca de 3 h para descompactar 20 tijolos prensados a 9:1. Em laboratório, o coco umedecido descansou 24 h vedado antes do uso.

Água morna hidrata o bloco mais rápido?

Não encontramos estudo que meça a diferença entre água morna e fria, por isso não damos número. Use água limpa, de baixa CE, e hidrate em etapas.

Precisa lavar o substrato de coco prensado?

Só se a CE, medida em extrato 1:5, passar do que a cultura tolera. O Pó Fino Lavado (abaixo de 0,7 mS/cm) e o Tamponado (abaixo de 0,5 mS/cm) já chegam com CE baixa e medida por lote.

Como saber se o substrato de coco está salino?

Meça a CE em extrato de 1 parte de substrato para 5 de água destilada, em volume, e compare com o laudo do lote. A IN SDA nº 17/2007 do MAPA usa razão de extração 1 + 5 (v/v) para substratos.

Posso colocar cálcio na água de hidratação?

É o princípio do tamponamento: solução de cálcio e enxágue final. Coco sem correção leva à deficiência de cálcio nas plantas. Para culturas sensíveis a sal, como morango, compre o Pó Fino Tamponado já pronto.

Fontes

  1. Romero, A. (2025). Webinar "El Coco como Sustrato", Colômbia: compressão de blocos 5:1 e rendimento de 15 L/kg na granulometria fina; deslocamento de sódio e potássio por cálcio no tamponamento.
  2. Bureau of Indian Standards (2024). BIS, documento TXD 25 (20685), 2024: Coir Pith Block, Specification (projeto em circulação, não é norma final). Expansão mínima na hidratação de 10 L/kg no bloco de 650 g e de 15 L/kg no bloco de 5 kg; método de ensaio: quebrar o bloco à mão e adicionar água devagar até a expansão completa; lavagem com água para reduzir sais; tamponamento com nitrato de cálcio e/ou de magnésio seguido de nova lavagem. services.bis.gov.in
  3. Carve, guias de carga e rendimento: carreta de 140 m³ com cerca de 1.400 sacos de 100 L e 12,6 a 13,3 t; saco de 100 L com 9 a 9,5 kg; 1 kg com 10,5 a 11 L. carvebio.com.br/guia/carreta-de-po-de-coco-sacos-e-peso
  4. Carve, guia de frete e prazo a partir do Ceará: retirada na planta como condição padrão, frete cotado por destino e por viagem, carga limitada por volume; caminhões que sobem ao Nordeste com carga e voltam vazios ao Sudeste dão a melhor condição para o Sul e o Sudeste; carga prensada de 2:1 a 4:1 definida em contrato. carvebio.com.br/guia/frete-e-prazo-po-de-coco-ceara
  5. Bartley, P. C. et al. (2023). Quantifying the sorptive behavior of traditional horticultural substrate components (título abreviado). HortScience 58(1):79-83. Coco comercializado sobretudo em tijolo prensado 5:1; depois de umedecido, vedado por 24 h para equilibrar; material muito hidrofílico. woodsubstrates.cals.ncsu.edu
  6. Vargas Tapia, P. et al. (2008). Caracterización física, química y biológica de sustratos de polvo de coco. Revista Fitotecnia Mexicana 31(4):375-381. Pós de coco comerciais prensados a 2:1 (México) e 6:1 (Sri Lanka); CE no extrato de saturação de 1,5 a 4,5 dS/m; os autores recomendam lavar antes do uso. redalyc.org
  7. Rose, R.; Haase, D. L. (2000). The use of coir as a containerized growing medium for Douglas-fir seedlings. Native Plants Journal 1(2):107-111. Tijolo de 650 g hidratado com 4 L de água rendeu cerca de 6 L de coco; fardo de 7,5 kg com 30 L de água rendeu cerca de 70 L; coco sem correção leva à deficiência de cálcio (citando Handreck, 1993). npj.uwpress.org
  8. Schulker, B. A. et al. (2021). Exploring substrate water capture (título abreviado). Agronomy 11(7):1355, NC State University. Dois tijolos de coco prensado reidratados à mão com 14 L de água adicionados de 1 L em 1 L, até o tijolo se desfazer por completo. mdpi.com
  9. Rosa, M. F. et al. (2001). Caracterização do pó da casca de coco verde usado como substrato agrícola. Comunicado Técnico 54, Embrapa Agroindústria Tropical. O pó retém praticamente cinco vezes o seu peso seco em água. infoteca.cnptia.embrapa.br
  10. Pragana, R. B. (1999). Potencial do resíduo da extração da fibra de coco como substrato (título abreviado). Dissertação de mestrado, UFRPE, p. 26. Cerca de 3 h para descompactar 20 tijolos prensados a 9:1 (Meerow, 1994, citado). pgs.ufrpe.br
  11. Carve, especificação de produto: Pó Fino de Coco, versões Natural (CE 0,8-1,5 mS/cm, 1:5), Lavado (< 0,7 mS/cm) e Tamponado (< 0,5 mS/cm), CE medida por lote; malha ~4,13 mm; umidade ≤ 18%; densidade aparente ~90-95 kg/m³ solto; retenção ~500 ml/L; porosidade total acima de 94% (valor de literatura Embrapa para pó de coco, indicado na ficha técnica); saco de 100 L com QR do lote; pedido mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB), entrega (CIF) em carga fechada; preço de lista R$ 49 por saco de 100 L. carvebio.com.br/po-fino
  12. MAPA (2007). Instrução Normativa SDA nº 17, de 21 de maio de 2007, item 6.2: métodos oficiais para análise de substratos. CE em extrato aquoso com razão de extração 1 + 5 (v/v). normasbrasil.com.br
  13. Carve, guia de escolha do tratamento: Natural (sem lavagem), Lavado (2 a 3 ciclos de água doce) e Tamponado (lavado e tratado com nitrato de cálcio), com as culturas indicadas para cada um. carvebio.com.br/guia/po-de-coco-lavado-ou-natural
  14. Barreto, C. V. G.; Testezlaf, R.; Salvador, C. A. (2012). Ascensão capilar de água em substratos de coco e de pinus. Bragantia (IAC) 71(3). Coco seco ao ar repele água, efeito ligado ao tanino residual; coco fino adequado a tubetes de 50 cm³ sob irrigação por capilaridade, com manejo cuidadoso da água. redalyc.org
  15. OSRM (Open Source Routing Machine) sobre dados do OpenStreetMap: rota rodoviária mais rápida do centro urbano de Paraipaba-CE ao centro de São Paulo-SP, Belo Horizonte-MG, Curitiba-PR e Porto Alegre-RS, consultada em 13 de outubro de 2026 e arredondada para a dezena de quilômetros. A rota de um caminhão pode diferir por restrição de peso, pedágio ou escolha da transportadora.

Página mantida pela equipe técnica Carve. Distâncias e números são reproduzidos como publicados pelas fontes citadas. Correções e fontes adicionais: comercial@carvebio.com.br.

Compre o pó de coco já na CE da sua cultura

Envie a cultura, o volume, a versão (Natural, Lavado ou Tamponado) e a cidade de entrega. Respondemos com quantidade, frete de retorno e prazo. Preço na fábrica: R$ 49 por saco de 100 L, com frete de retorno sob cotação; quanto maior o volume, menor o preço.

Formulário de cotação