GUIA · VIVEIRO FLORESTAL

Substrato para produção de mudas florestais: como formular e testar

Atualizado em outubro de 2026 · Fontes no fim da página

Para a produção de mudas florestais, o substrato mais vendido para estaquia e miniestaquia é casca de pinus semidecomposta com vermiculita, na proporção 9:1 em volume[1]; misturas com pó ou fibra de coco e casca de arroz carbonizada também foram adequadas nos ensaios da Embrapa Florestas[2]. A mistura deve ficar com porosidade total de 75% a 85% e macroporosidade de 35% a 45%[2], e os tubetes de 50 e 110 cm³ foram indicados para mudas de eucalipto; as nativas foram testadas de 35 a 288 cm³, e o maior crescimento veio de 180 a 288 cm³[3][4][11][12].

Mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB); entrega (CIF) em carga fechada. Preço na fábrica: R$ 49 por saco de 100 L, com frete de retorno sob cotação; quanto maior o volume, menor o preço.

Propriedades físicas: as faixas que a mistura precisa atingir

Antes da receita, defina o alvo. Os trabalhos da Embrapa Florestas com eucalipto usam as faixas abaixo como referência e mediram misturas reais em tubetes de 55 cm³[2]. A microporosidade de referência vem do ensaio com E. dunnii[6].

PropriedadeFaixa de referência80 FC + 20 CAC50 FC + 50 CACCasca de pinus + vermiculita (comercial)Pó fino Carve (puro)
Densidade (kg/m³)Máx. 500; abaixo de 250 é baixa8996398~90 a 95
Porosidade total (%)75 a 85859079> 94
Macroporosidade (%)35 a 45365719—
Microporosidade (%)45 a 554933——
Água facilmente disponível (%)20 a 3020———
pH5,5 a 6,5————
Retenção de água————~500 ml/L

FC = fibra de coco; CAC = casca de arroz carbonizada. Faixas de referência e misturas medidas: Kratz et al. (2013), tubetes de 55 cm³[2]; microporosidade de referência: Kratz e Wendling (2013)[6]; pó fino Carve: ficha técnica[7].

  • Macroporosidade. É o ar do tubete. No ensaio com E. benthamii, os substratos com mais macroporos deram mais crescimento da parte aérea e da raiz[2].
  • Microporosidade e água disponível. É a água entre as regas. A mistura 80 FC + 20 CAC ficou com 49% de microporos e 20% de água facilmente disponível, dentro das faixas[2].
  • Densidade. As misturas com coco ficaram perto de 90 kg/m³, contra 398 kg/m³ do substrato comercial[2]. O pó fino Carve tem ~90 a 95 kg/m³[7], a mesma faixa.
  • Leitura da tabela. Comparando com as faixas, a mistura 80 FC + 20 CAC ficou dentro da porosidade total, da macro e da microporosidade; a 50 FC + 50 CAC passou da faixa de macroporosidade, com 57%[2]. O pó de coco puro, com porosidade total acima de 94%[7], fica acima da faixa: por isso entra como componente da mistura.

Misturas mais usadas e os resultados com pó de coco

  • Casca de pinus semidecomposta. Base do substrato comercial de referência, com vermiculita[1][6].
  • Vermiculita. A vermiculita média (1,4 a 4,0 mm, 80 kg/m³) com turfa ficou entre os melhores componentes testados pelo IPEF em tubetes de eucalipto[9].
  • Casca de arroz carbonizada (CAC). Com vermiculita média em partes iguais, deu o maior crescimento entre 13 substratos para E. camaldulensis[8].
  • Pó ou fibra de coco. Componente leve e renovável; os materiais renováveis testados, o coco entre eles, foram adequados para E. benthamii[2]. Entra em misturas com CAC, casca de pinus ou substrato comercial.
Mistura (em volume)Espécie e tubeteResultadoFonte
Casca de pinus semidecomposta + vermiculita 90/10E. dunnii, 55 cm³Substrato comercial de referência do ensaioKratz e Wendling (2013)[6]
Casca de pinus semidecomposta + vermiculita 9:1Miniestacas de E. benthamii × E. dunnii, 55 cm³Descrito como o mais vendido para estaquia e miniestaquiaKratz et al. (2012)[1]
CAC + fibra de coco 9:1 e 3:1Miniestacas de E. benthamii × E. dunnii, 55 cm³Entre as misturas testadasKratz et al. (2012)[1]
80% fibra de coco + 20% CAC; 50% + 50%E. benthamii, 55 cm³Todos os materiais renováveis, coco incluído, foram adequadosKratz et al. (2013)[2]
Fibra de coco com CACE. dunnii, 55 cm³Não deve ser descartada; pede ajustes de manejoKratz e Wendling (2013)[6]
50% CAC + 50% vermiculita médiaE. camaldulensis, 55 cm³Maior crescimento entre 13 substratosKratz e Wendling (2016)[8]
70% casca de pinus/vermiculita + 30% fibra de cocoNativas (A. edulis, S. terebinthifolius), 100 cm³Entre os tratamentos; misturas com CAC retiveram 39% a 49% de águaAlmeida et al. (2004)[10]
50% fibra de coco + 50% substrato comercialCássia-rosa e canafístula, 180 e 288 cm³Melhor crescimentoDuarte (2016)[4]
Fibra de coco + CAC + esterco bovino curtido + substrato comercialQuatro nativas pioneiras, 110 cm³Podem ser usadas com tubete de 110 cm³Souza et al. (2025)[5]

Proporções usadas em pesquisa: são pontos de partida, não receitas prontas. Teste no seu viveiro antes de mudar a produção.

Qual tubete usar: 50, 55, 110, 180 ou 280 cm³

Não há um tubete padrão por espécie em norma oficial; o que existe são os volumes usados em pesquisa. Tubete maior dá muda maior, mas gasta mais substrato e mais espaço de bancada por muda. No eucalipto, os tubetes de 50 e 110 cm³ foram indicados para mudas de 90 dias[3]. As nativas foram testadas de 35 a 288 cm³, e os volumes de 180 a 288 cm³ deram mais crescimento[4][11][12], e o de 110 cm³ continuou viável[5][12].

Volume (cm³)EspécieResultadoFonte
50 e 110E. grandis (UFV)Indicados para mudas de 90 dias; aos 120 dias, altura de 21,6 cm no de 50 cm³ a 55,0 cm no de 280 cm³Gomes et al. (2003)[3]
55E. benthamii, E. dunnii, E. camaldulensisVolume dos ensaios de substrato da Embrapa FlorestasKratz et al.[2][6][8]
55 e 110Quatro nativas pioneiras (UFLA)110 cm³ com misturas alternativasSouza et al. (2025)[5]
110 e 280Aroeira (S. terebinthifolius)280 cm³ superior aos 112 dias; 110 cm³ com sobrevivência semelhante no campoCabreira et al. (2017)[12]
55, 180 e 280Baru (Dipteryx alata)Maior altura no de 280 cm³, menor no de 55 cm³Aguilar et al. (2020)[11]
35, 50, 120, 180 e 288Cássia-rosa e canafístulaMelhor crescimento nos de 180 e 288 cm³, com 50% de fibra de cocoDuarte (2016)[4]
Mudas em tubetes num viveiro florestal
Mudas em tubetes num viveiro florestal. Foto: Balaji Kasirajan, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons.

Como fazer substrato para tubetes com pó de coco

  1. Escolha a base. Casca de pinus semidecomposta com vermiculita, ou CAC com vermiculita[1][8].
  2. Defina a fração de coco. Nos estudos citados, o coco entrou de 10% (CAC/FC 9:1) a 80% (80 FC + 20 CAC) do volume[1][2]; nas nativas, 30% e 50%[10][4]. Escolha a fração e confira a macroporosidade na análise.
  3. Umedeça o coco antes de misturar. O coco seco ao ar repele água[13]. Se ele vier em bloco ou tijolo, hidrate antes: veja como hidratar substrato de coco prensado.
  4. Corrija o pH. A faixa de referência é de 5,5 a 6,5[2].
  5. Faça a adubação de base. No ensaio com E. dunnii, a adubação de base foi de 1,5 kg/m³ de adubo de liberação lenta 15-10-10[6]. Use como ponto de partida e ajuste com o técnico do viveiro, conforme a espécie e o tempo de muda.
  6. Ajuste a rega. Misturas de fibra de coco com CAC pedem ajustes de manejo[6]. Em tubetes de 50 cm³ com irrigação por capilaridade, o coco fino funcionou, com manejo cuidadoso da água[13].
  7. Escolha a versão do pó. Na tabela da Carve, o Natural é indicado para mudas de eucalipto e o Lavado, abaixo de 0,7 mS/cm, para nativas e florestais[7][14].
Pó de coco peneirado na saída da peneira rotativa
Pó de coco depois da peneira rotativa. Foto: UsiCoco.

Como testar a mistura no viveiro antes de escalar

  1. Lote piloto. Encha algumas bandejas de tubetes com a mistura nova ao lado da mistura atual, no mesmo setor e com a mesma rega.
  2. Análise física. Mande uma amostra a um laboratório de substratos para densidade, porosidade total, macro e microporosidade, e compare com a tabela de faixas.
  3. CE e pH. A IN SDA nº 17/2007 do MAPA mede a CE de substratos em extrato 1 + 5 (v/v)[15]; a Carve informa a CE do pó em extrato 1:5 no laudo de cada lote[7]. Compare sempre lotes medidos pelo mesmo método.
  4. Torrão na expedição. Na retirada da muda, confira se o torrão sai inteiro e se as raízes ocupam o volume do tubete.
  5. Escala. Troque a mistura no viveiro inteiro só depois de um ciclo completo do lote piloto.

Área plantada, metas de restauração e onde comprar

O Brasil tinha 10,2 milhões de ha de árvores plantadas em 2023, dos quais 7,8 milhões de ha (76%) de eucalipto e 1,9 milhão de ha de pinus, e o setor planta 1,8 milhão de árvores por dia, segundo o IBÁ[16]. Minas Gerais tem a maior área de florestas plantadas do país, com eucalipto em 97,2% dela, segundo a PEVS 2024 do IBGE[17]; o IBÁ registra 2,2 milhões de ha de eucalipto em Minas e cerca de 264 mil ha no Espírito Santo[16]. Para as nativas, a meta federal do Planaveg é recuperar no mínimo 12 milhões de ha até 31 de dezembro de 2030[18].

Para comprar, cada aplicação tem a sua página: substrato para mudas de eucalipto em tubetes (Natural), substrato para mudas nativas e restauração (Lavado) e misto de coco para viveiros florestais. A entrega por estado está em pó de coco em Minas Gerais e pó de coco no Espírito Santo; outras culturas em substrato para mudas. O produto é o Pó Fino de Coco.

Comprar do Ceará estando em Minas, no Espírito Santo, no Paraná ou em São Paulo

O pó de coco é leve: qualquer caminhão enche de volume antes de chegar ao limite de peso, e uma carreta de 140 m³ leva de 12,6 a 13,3 t[19]. Por isso o frete é cobrado por viagem, e o custo por saco depende de quantos sacos cabem no veículo.

DestinoDistância rodoviária desde Paraipaba-CE
Belo Horizonte-MG~2.560 km
Linhares-ES~2.190 km
Curitiba-PR~3.530 km
São Paulo-SP~3.150 km

Distâncias: OSRM sobre OpenStreetMap, 13 out. 2026[21]. O prazo de cada carga vem na cotação.

  • Frete de retorno. Muitos caminhões sobem ao Nordeste com carga e voltam vazios ao Sul e ao Sudeste; esse fluxo costuma dar a melhor condição[20].
  • Carga cheia. Peça a cotação para o veículo de maior volume útil e divida o frete pelo número de sacos.
  • Carga prensada. A compactação de 2:1 a 4:1 leva mais volume por viagem; o formato é definido em contrato[20].
  • Entregas programadas. Uma carga por mês, combinada antes da safra, evita faltar substrato no meio do ciclo.

Detalhes em frete e prazo a partir do Ceará e quantos sacos cabem numa carreta.

O pó fino de coco, em resumo

ParâmetroPó Fino de Coco Carve
Matéria-primaMesocarpo de coco seco maduro (Cocos nucifera L.), processado em Paraipaba, Ceará
GranulometriaClassificado em peneira rotativa, malha ~4,13 mm
Umidade≤ 18% na expedição
Densidade aparente~90 a 95 kg/m³ solto; valor do lote impresso no saco
Retenção de água~500 ml/L
CE (1:5)Natural 0,8 a 1,5 · Lavado < 0,7 · Tamponado < 0,5 mS/cm, medida em todo lote
EmbalagemSaco de 100 L de ráfia, com QR do lote
Laudo do loteCE, pH, umidade, densidade e granulometria

Ficha técnica completa em Pó Fino de Coco; leitura do laudo em o que vem no laudo do lote.

Como pedir a cotação

Mande estes quatro dados pelo WhatsApp ou pelo formulário:

  1. Cultura e recipiente. O que você produz e em quê: tubete, bandeja, sacola, slab, vaso ou canal.
  2. Volume. Quantos sacos de 100 L ou metros cúbicos por mês ou por safra, e quando a primeira carga precisa chegar.
  3. Versão. Natural, Lavado ou Tamponado, ou a CE máxima que o seu substrato aceita.
  4. Entrega. A cidade de destino em Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, São Paulo ou outro estado e se você retira na planta ou prefere que a Carve cote o frete de retorno.

Preço na fábrica: R$ 49 por saco de 100 L, com frete de retorno sob cotação; quanto maior o volume, menor o preço. Mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB); entrega (CIF) em carga fechada. Amostra técnica disponível conforme o perfil do cliente. Veja como o preço se forma em preço do pó de coco e as condições por volume em pó de coco no atacado.

Perguntas frequentes

Qual o melhor substrato para mudas florestais em tubetes?

Não há um único. A referência comercial para estaquia e miniestaquia é casca de pinus semidecomposta com vermiculita (9:1 em volume). Misturas com fibra ou pó de coco e casca de arroz carbonizada também foram adequadas nos ensaios da Embrapa Florestas.

Como fazer substrato para mudas de eucalipto?

Escolha a base (casca de pinus com vermiculita, ou CAC com vermiculita), defina a fração de coco, corrija o pH para 5,5 a 6,5 e faça a adubação de base. Confira na análise se a porosidade total fica entre 75% e 85% e a macroporosidade entre 35% e 45%. Para eucalipto, a Carve indica o Pó Fino Natural.

Pode usar pó de coco em tubetes de eucalipto?

Sim. Em tubetes de 55 cm³, todos os materiais renováveis testados com E. benthamii, a fibra de coco entre eles, foram adequados (Kratz et al., 2013).

Qual tubete usar para eucalipto e para nativas?

Os ensaios com eucalipto usam 50 a 55 cm³, e o de 110 cm³ também foi indicado para mudas de 90 dias. As nativas foram testadas de 35 a 288 cm³; 180 a 288 cm³ deram mais crescimento, e o de 110 cm³ continuou viável.

Quanto pó de coco colocar na mistura?

Nos estudos citados, de 10% a 80% do volume. A mistura 80% fibra de coco + 20% CAC ficou dentro das faixas de porosidade; com 50% de coco e 50% de CAC, a macroporosidade passou da faixa (57%). Meça a sua mistura antes de escalar.

Qual versão do pó de coco usar no viveiro florestal?

Na tabela da Carve, Natural (CE 1:5 de 0,8 a 1,5 mS/cm) para mudas de eucalipto e Lavado (abaixo de 0,7 mS/cm) para nativas e florestais. A CE de cada lote vai no laudo.

Fontes

  1. Kratz, D.; Wendling, I.; Pires, P. P. (2012). Miniestaquia de Eucalyptus benthamii × E. dunnii em substratos a base de casca de arroz carbonizada. Scientia Forestalis 40(96):547-556. Casca de pinus semidecomposta e vermiculita (9:1, v/v) descrita como o substrato mais vendido para estaquia e miniestaquia; misturas CAC/FC 9:1 e 3:1 testadas em tubetes de 55 cm³. alice.cnptia.embrapa.br
  2. Kratz, D.; Wendling, I.; Nogueira, A. C.; Souza, P. V. D. (2013). Substratos renováveis na produção de mudas de Eucalyptus benthamii. Ciência Florestal 23(4):607-621 (UFPR / Embrapa Florestas). Faixas de referência citadas: porosidade total 75-85%, macroporosidade 35-45%, densidade máxima de 500 kg/m³ (abaixo de 250 kg/m³ é baixa), água facilmente disponível 20-30%, pH 5,5-6,5; misturas medidas em tubetes de 55 cm³ (80 FC + 20 CAC, 50 FC + 50 CAC, casca de pinus + vermiculita comercial); maior macroporosidade, maior crescimento; todos os materiais renováveis adequados. alice.cnptia.embrapa.br
  3. Gomes, J. M. et al. (2003). Crescimento de mudas de Eucalyptus grandis em diferentes tamanhos de tubetes e fertilização N-P-K. Revista Árvore 27(2):113-127. Tubetes de 50, 110, 200 e 280 cm³; 50 e 110 cm³ indicados para mudas de 90 dias; altura aos 120 dias de 21,6 cm (50 cm³) a 55,0 cm (280 cm³). redalyc.org
  4. Duarte, M. L. (2016). Tubetes e substratos na produção de mudas de cássia-rosa e canafístula. Dissertação de mestrado, UFV. Tubetes de 35 a 288 cm³; melhor crescimento em 288 e 180 cm³ com 50% de fibra de coco + 50% de substrato comercial. locus.ufv.br
  5. Souza, A. N. et al. (2025). The effect of the tube volume and alternative substrates on the production of native seedlings. Revista Árvore 49:e4928. Quatro nativas pioneiras em tubetes de 55 e 110 cm³; misturas de fibra de coco, CAC, esterco bovino curtido e substrato comercial podem ser usadas com tubetes de 110 cm³. revistaarvore.ufv.br
  6. Kratz, D.; Wendling, I. (2013). Produção de mudas de Eucalyptus dunnii em substratos renováveis. Floresta 43(1):125-136. Microporosidade de referência de 45-55%; substrato comercial de referência casca de pínus semidecomposta/vermiculita 90/10 (v:v); adubação de base de 1,5 kg/m³ de 15-10-10 de liberação lenta; fibra de coco com CAC não deve ser descartada e pede ajustes de manejo; tubetes de 55 cm³. alice.cnptia.embrapa.br
  7. Carve, especificação de produto: Pó Fino de Coco, versões Natural (CE 0,8-1,5 mS/cm, 1:5), Lavado (< 0,7 mS/cm) e Tamponado (< 0,5 mS/cm), CE medida por lote; malha ~4,13 mm; umidade ≤ 18%; densidade aparente ~90-95 kg/m³ solto; retenção ~500 ml/L; porosidade total acima de 94% (valor de literatura Embrapa para pó de coco, indicado na ficha técnica); saco de 100 L com QR do lote; pedido mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB), entrega (CIF) em carga fechada; preço de lista R$ 49 por saco de 100 L. carvebio.com.br/po-fino
  8. Kratz, D.; Wendling, I. (2016). Crescimento de mudas de Eucalyptus camaldulensis em substratos à base de casca de arroz carbonizada. Revista Ceres 63(3):348-354. CAC + vermiculita média 50/50 com o maior crescimento entre 13 substratos, em tubetes de 55 cm³. alice.cnptia.embrapa.br
  9. Aguiar, I. B. et al. (1989). Seleção de componentes de substrato para produção de mudas de eucalipto em tubetes. IPEF 41/42:36-43. Vermiculita média (1,4 a 4,0 mm, 80 kg/m³) combinada com turfa entre os melhores componentes testados. ipef.br
  10. Almeida, L. S. et al. (2004). Características físicas de substratos para produção de mudas de Allophylus edulis e Schinus terebinthifolius. III EVINCI, Embrapa Florestas (resumo). Tubetes de 100 cm³; tratamentos com 70% de casca de pinus/vermiculita + 30% de fibra de coco; retenção de água de 39 a 49% nas misturas com CAC. alice.cnptia.embrapa.br
  11. Aguilar, M. V. M. et al. (2020). Desenvolvimento de mudas de baru em resposta a diferentes volumes de tubetes (título abreviado). Caderno de Ciências Agrárias (UFMG) 12:1-10. Tubetes de 55, 180 e 280 cm³: maior altura no de 280 cm³, menor no de 55 cm³. periodicos.ufmg.br
  12. Cabreira, G. V. et al. (2017). Produção de mudas de Schinus terebinthifolius utilizando biossólido (título abreviado). Scientia Agraria 18(2):30-42. Tubetes de 280 cm³ superiores aos 112 dias; mudas em tubetes de 110 cm³ com sobrevivência semelhante no campo. redalyc.org
  13. Barreto, C. V. G.; Testezlaf, R.; Salvador, C. A. (2012). Ascensão capilar de água em substratos de coco e de pinus. Bragantia (IAC) 71(3). Coco seco ao ar repele água, efeito ligado ao tanino residual; coco fino adequado a tubetes de 50 cm³ sob irrigação por capilaridade, com manejo cuidadoso da água. redalyc.org
  14. Carve, guia de escolha do tratamento: Natural (sem lavagem), Lavado (2 a 3 ciclos de água doce) e Tamponado (lavado e tratado com nitrato de cálcio), com as culturas indicadas para cada um. carvebio.com.br/guia/po-de-coco-lavado-ou-natural
  15. MAPA (2007). Instrução Normativa SDA nº 17, de 21 de maio de 2007, item 6.2: métodos oficiais para análise de substratos. CE em extrato aquoso com razão de extração 1 + 5 (v/v). normasbrasil.com.br
  16. IBÁ, Indústria Brasileira de Árvores (2024). Relatório Anual 2024. Área de árvores plantadas de 10,2 milhões de ha em 2023, eucalipto com 7,8 milhões de ha (76%) e pinus com 1,9 milhão de ha; eucalipto em Minas Gerais com 2.200.351 ha e no Espírito Santo com 263.946 ha; o setor planta 1,8 milhão de árvores por dia. iba.org
  17. IBGE, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) 2024, via Diário do Comércio: Minas Gerais com cerca de 2,2 milhões de hectares de florestas plantadas, a maior área do Brasil, eucalipto em 97,2% da área. diariodocomercio.com.br
  18. Governo Federal, Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg 2025-2028), consulta pública: meta da Proveg de recuperar no mínimo 12 milhões de hectares até 31 de dezembro de 2030. gov.br/participamaisbrasil
  19. Carve, guias de carga e rendimento: carreta de 140 m³ com cerca de 1.400 sacos de 100 L e 12,6 a 13,3 t; saco de 100 L com 9 a 9,5 kg; 1 kg com 10,5 a 11 L. carvebio.com.br/guia/carreta-de-po-de-coco-sacos-e-peso
  20. Carve, guia de frete e prazo a partir do Ceará: retirada na planta como condição padrão, frete cotado por destino e por viagem, carga limitada por volume; caminhões que sobem ao Nordeste com carga e voltam vazios ao Sudeste dão a melhor condição para o Sul e o Sudeste; carga prensada de 2:1 a 4:1 definida em contrato. carvebio.com.br/guia/frete-e-prazo-po-de-coco-ceara
  21. OSRM (Open Source Routing Machine) sobre dados do OpenStreetMap: rota rodoviária mais rápida do centro urbano de Paraipaba-CE ao centro de Belo Horizonte-MG, Linhares-ES, Curitiba-PR e São Paulo-SP, consultada em 13 de outubro de 2026 e arredondada para a dezena de quilômetros. A rota de um caminhão pode diferir por restrição de peso, pedágio ou escolha da transportadora.

Página mantida pela equipe técnica Carve. Distâncias e números são reproduzidos como publicados pelas fontes citadas. Correções e fontes adicionais: comercial@carvebio.com.br.

Pó de coco para o seu viveiro florestal

Envie a espécie, o tubete, o volume por ciclo, a versão e a cidade de entrega. Respondemos com quantidade, frete de retorno e prazo. Preço na fábrica: R$ 49 por saco de 100 L, com frete de retorno sob cotação; quanto maior o volume, menor o preço.

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